O que é Publicidade?
Por Vilma Schatzer
O título desta matéria parece meio fora de propósito, afinal, nem uma criança perguntaria “pai, o que é propaganda?”. Parece algo óbvio demais. Propaganda é aquela manobra cheia de “mumunhas” que faz com que pessoas comprem o que não precisam ter, mas que as empresas precisam vender. É o que vemos todo o tempo na TV, nas ruas, no transporte público. Há propaganda nos céus, terra e até mares, se você levar em conta que navios de turismo também são alvo dos publicitários.
A propaganda chama a atenção não só pelo resultado do seu trabalho, ou seja, anúncio e vendas, ou pelo mercado que movimenta bilhões de reais por ano no Brasil. Ela também desperta interesse pela sua própria atividade. É comentada nas ruas e nos veículos de comunicação tanto pelas boas campanhas que produz como pela intenção de induzir as massas ao prazer do consumo. Todo mundo se sente um pouco publicitário, pois estamos expostos ao trabalho desta categoria desde crianças. Por isso tantos jovens sintam-se aptos e chamados ao curso de Publicidade e Propaganda.
Vejam só como é a reputação daqueles que se dedicam a essa atividade. No livro Dicionário do pensamento social do século XX, de Tom Outhawaite, propaganda pode ser definida em linhas gerais como a “tentativa deliberada de uns poucos de influenciar as atitudes e o comportamento de muitos pela manipulação da comunicação simbólica”. Bonito, não? Depois dessa, comecei a achar que estamos na mesma categoria dos vendedores de indulgências da Idade Média, aqueles que garantiam aos nobres endinheirados um lugar muito bom no Paraíso.
Quem vem nos salvar é a definição de Bárbara Lewis e Dale Littler, no Dicionário enciclopédico de marketing, com algo menos sinistro: “apresentação pública, de natureza persuasiva, possível por meio de repetição, e sua natureza expressiva, no grau em que apresenta uma empresa e seus produtos ou serviços”. Afinal, que mal há em ser persuasivo? Você deve ter usado todo seu charme para conseguir seu primeiro namorado (a). E se não tinha muito charme, deve ter usado estratégia ou até mesmo vencido alguém pelo cansaço do repetido chavão: “fica comigo?”...
Até pessoal!
Lucas C. Benzi – 9ª Turma de Gestão da Micro e Pequena
O título desta matéria parece meio fora de propósito, afinal, nem uma criança perguntaria “pai, o que é propaganda?”. Parece algo óbvio demais. Propaganda é aquela manobra cheia de “mumunhas” que faz com que pessoas comprem o que não precisam ter, mas que as empresas precisam vender. É o que vemos todo o tempo na TV, nas ruas, no transporte público. Há propaganda nos céus, terra e até mares, se você levar em conta que navios de turismo também são alvo dos publicitários.
A propaganda chama a atenção não só pelo resultado do seu trabalho, ou seja, anúncio e vendas, ou pelo mercado que movimenta bilhões de reais por ano no Brasil. Ela também desperta interesse pela sua própria atividade. É comentada nas ruas e nos veículos de comunicação tanto pelas boas campanhas que produz como pela intenção de induzir as massas ao prazer do consumo. Todo mundo se sente um pouco publicitário, pois estamos expostos ao trabalho desta categoria desde crianças. Por isso tantos jovens sintam-se aptos e chamados ao curso de Publicidade e Propaganda.
Vejam só como é a reputação daqueles que se dedicam a essa atividade. No livro Dicionário do pensamento social do século XX, de Tom Outhawaite, propaganda pode ser definida em linhas gerais como a “tentativa deliberada de uns poucos de influenciar as atitudes e o comportamento de muitos pela manipulação da comunicação simbólica”. Bonito, não? Depois dessa, comecei a achar que estamos na mesma categoria dos vendedores de indulgências da Idade Média, aqueles que garantiam aos nobres endinheirados um lugar muito bom no Paraíso.
Quem vem nos salvar é a definição de Bárbara Lewis e Dale Littler, no Dicionário enciclopédico de marketing, com algo menos sinistro: “apresentação pública, de natureza persuasiva, possível por meio de repetição, e sua natureza expressiva, no grau em que apresenta uma empresa e seus produtos ou serviços”. Afinal, que mal há em ser persuasivo? Você deve ter usado todo seu charme para conseguir seu primeiro namorado (a). E se não tinha muito charme, deve ter usado estratégia ou até mesmo vencido alguém pelo cansaço do repetido chavão: “fica comigo?”...
Até pessoal!
Lucas C. Benzi – 9ª Turma de Gestão da Micro e Pequena
Comentários
Nao ha produto ou lugar ruim mas sim uma propaganda mal feita, ou as vezes nem propaganda.
Ate mais pessoal.
Portanto propaganda é sim algo necessário para todo e qualquer tipo de negócio.