A Micro e Pequena Empresa no Brasil
A Micro e Pequena Empresa, no Brasil, possui um gargalo a ser superado no seu dia-a-dia. Sim, administrar uma pequena empresa, comprovadamente, não é especialidade tupiniquim. De acordo com pesquisas sobre o setor, 50% delas morrem antes do 1º ano de vida e 30% fecham as portas até 5º ano. Nesta mesma pesquisa foi perguntado à Empresários sobre as causas identificadas por eles para esse curto ciclo da vida. Foram mencionadas, então, a falta de planejamento, de controle e a má administração (inabilidade).
Para o Micro e Pequeno Empresário conseguirem o máximo de eficácia nos seus próprios negócios, eles devem ter conhecimento em Administração, conhecendo o seu mercado, economia, visão micro e macroeconômicas são importantes, contabilidade, gerencial e de custos, matemática e administração financeira, para conhecerem a disponibilidade monetária, gestão de recursos humanos, principalmente a parte motivacional e inteligência emocional, administração da produção, para não haver desperdício, marketing, para melhorar a imagem interna, para os clientes e externa, para o mercado, informatização, melhorando produtos, serviços e alcançar a concorrência, legislação, estar orientado para as questões fiscais e trabalhistas.
Obter conhecimento gerencial é o passo mais importante na busca do sucesso empresarial, uma vez que, é preciso conhecer respostas para estas importantes perguntas:
- Quais os investimentos devem ser feitos de longo prazo?
- Como se devem ser levantados recursos para financiar os investimentos exigidos?
- Qual a atual situação financeira?
O conhecimento dessas perguntas, bem como da gerência financeira em geral, permitem ao Empresário estar bem ferramentalizado para transitar no mercado com grandes chances de êxito em qualquer empreendimento.
As Micro e Pequena Empresas Comerciais e de Serviços no Brasil
Visando contribuir para o enriquecimento do acervo de informações estatísticas sobre a micro e pequenas empresas em operação no país, o IBGE investigou perfil deste segmento pertencente às atividades de comércio e de prestação de serviços, que constituem os setores econômicos com maior participação relativa dessa parcela empresarial.
Estima-se que existam no Brasil 2,5 milhões de empreendimentos que se enquadram como micro e pequenas empresas, o governo começa a enxergar esses novos negócios como fatores importantes para a solução do desemprego e da recessão. Mesmo criando leis para reduzir os encargos tributários e auxiliar os microempresários, ainda pouco se faz objetivamente nesse sentido, o SEBRAE é a única instituição que presta esse tipo de serviço, 98% dos estabelecimentos empresariais do Brasil são pequenos empreendimentos, os quais são também responsáveis por 60% dos empregos estabelecidos no país.
Pela lei 7.256, de 27 de novembro de 1984, é considerada uma microempresa o empreendimento no ramo da indústria, comércio ou serviços, cuja receita não ultrapasse 96.000 UFIR ( Unidade Fiscal de Referência ).
As pequenas empresas não seriam tão beneficiadas, mas pela primeira vez seriam diferenciadas pela lei das empresas de médio e grande porte.
No dia 5 de novembro, a MP cria um novo sistema tributário, pelo qual o microempresário pode optar por pagar impostos como antes ou por pagar um imposto único.
Pequenas empresas são chave para o crescimento no Estado
A participação das pequenas e médias empresa na economia fluminense promete ganhar mais importância com as iniciativas de fomento ao setor de Tecnologia da informação. Durante o RioInfo 2003, que reuniu políticos e empresários, ficou claro que um dos caminhos para o Estado conquistar mais espaço no cenário tecnológico, é incentivando a demanda interna, principalmente nas empresas de menor porte.
Para facilitar esse processo, foi montada uma feira reunindo cerca de 30 expositores, que apresentam soluções específicas para pequenas e médias empresas. A idéia era mostrar de forma prática como as organizações que tem orçamento limitado podem ser beneficiar das novidades tecnológicas. Além de apresentar soluções acessíveis, que possam trazer vantagem competitiva, o evento procurou mostrar que a implementação de softwares de gestão empresarial ou equipamentos mais modernos não é privilégio dos grandes.
Estamos concentrando esforços nesse setor pelo potencial que existe na área de “pequenas empresas”, destaca Mônica Trindade, diretora comercial da Investiplan. Os computadores comercializados pela empresa são estações de trabalho, conhecidas como clientes, ideais para serem utilizados em ambientes de rede e com uma configuração especial que as deixa bem mais baratas do que as máquinas convencionais.
Concorrência força mercado a procurar nichos
Responsáveis por mais de 80% do total de indústrias têxteis e de confecção do país, as micro e pequenas empresas sofrem com a concorrência internacional e o sistema tributário brasileiro, e se unem em arranjos produtivos para tentar sobreviver num mercado cada vez mais competitivo.Segundo dados da Associação Brasileira de Indústria Têxtil (Abit), das 30 mil indústrias do setor em operação no Brasil, 25.258 são micro ou pequenas, com participação de 17,4% no PIB da indústria da transformação e 4,15% no PIB brasileiro (dados referentes a 2004). No ano passado, a cadeia têxtil no Brasil faturou US$ 32,9 bilhões.
Dessas micro e pequenas, cerca de 85% estão inscritas no Simples, o que, por um lado, torna a tributação menos pesada, mas, por outro, acaba representando um empecilho para que essas companhias alcancem vôos mais altos, na avaliação de Fernando Pimentel, diretor-superintendente da Abit. “A elevada carga tributária cria um sistema perverso. Se essas empresas crescerem e ganharem peso, deixam de se enquadrar no Simples e passam a ter um encargo de tributos muito maior. Por isso, muitas visualizam o limite de crescimento e acabam se perpetuando nesse tamanho”, explica. “O que precisa ser discutido é como permitir que as micro e pequenas cresçam sem que sejam engolidas pelos impostos, que são inibidor claro de crescimento”.
A competição internacional também aumentou muito, em especial após o fim de acordo Multifibras (também chamado de Acordo Internacional sobre Comércio Têxtil), em dezembro de 2004. O acordo permitia a criação de cotas para a importação de produtos do setor de países que estivessem sendo prejudicados pelo rápido aumento das compras externas. Com o fim das cotas, aumentou a competição internacional, em especial de produtos vindos de países como Índia e China.
Nesse cenário adverso, dois movimentos importantes começam a marcar o setor, segundo Rose Mary Estácio, consultora e coordenadora do setor de têxteis e confecções do Sebrae-SP. “O mercado começa a se especializar e buscar nichos específicos de atuação por um lado, com técnicas apuradas, tecnologias de processo e design inovador, e , por outro, passa a formar arranjos produtivos”, diz. Dessa forma, micro e pequenas começam a se associar em um determinado elo da cadeia produtiva, unindo forças para ganhar em produtividade e escala. Além disso, segundo a consultora do Sebrae, esses agrupamentos começam a se unir às grandes empresas para acessar o mercado externo. “As pequenas não conseguem exportar sozinhas, mas podem chegar ao exterior com as grandes, que já acessam esses mercados.”
Prêmio BNB de jornalismo 2006. O papel do crédito no desenvolvimento de micro e pequenas empresas.
A tendência de crescimento do mercado bancário para os próximos anos já pode ser evidenciada com a ampliação do financiamento ao consumo e a expansão do crédito à produção. No ano de 2000, apenas 8% das micro e pequenas empresas fizeram algum empréstimo nos bancos oficiais e privados. Em 2004, foram 22%. Esses mercados são considerados ainda como “mercados semi-explorados” tendo em vista sua grande margem de crescimento.O Banco do Nordeste, referenciado pelo contexto do mercado bancário nacional e pela demanda por crédito do segmento das micro e pequenas empresas, insistiu uma estratégia negocial voltada para apoiar o desenvolvimento do segmento empresarial. Com recursos do FNE , proporciona tratamento preferencial e diferenciado às micro e pequenas empresas (MPEs), oferecendo menores juros e prazos maiores, possibilitando sua sustentabilidade e promovendo assim o seu desenvolvimento e o da Região. Priorizando a realização de negócios voltados para o investimento e capital de giro, o Banco triplicou em 2005 a quantidade de empresas atendidas em relação ao ano anterior.
Grup: Regina Menegasso, Luzia Gumiero, Patrícia Souza, Bruna Aparecida de Souza, Vanessa Regina da Silva, Érica Santos – 9ª Turma de Gestão da Micro e Pequena Empresa
Para o Micro e Pequeno Empresário conseguirem o máximo de eficácia nos seus próprios negócios, eles devem ter conhecimento em Administração, conhecendo o seu mercado, economia, visão micro e macroeconômicas são importantes, contabilidade, gerencial e de custos, matemática e administração financeira, para conhecerem a disponibilidade monetária, gestão de recursos humanos, principalmente a parte motivacional e inteligência emocional, administração da produção, para não haver desperdício, marketing, para melhorar a imagem interna, para os clientes e externa, para o mercado, informatização, melhorando produtos, serviços e alcançar a concorrência, legislação, estar orientado para as questões fiscais e trabalhistas.
Obter conhecimento gerencial é o passo mais importante na busca do sucesso empresarial, uma vez que, é preciso conhecer respostas para estas importantes perguntas:
- Quais os investimentos devem ser feitos de longo prazo?
- Como se devem ser levantados recursos para financiar os investimentos exigidos?
- Qual a atual situação financeira?
O conhecimento dessas perguntas, bem como da gerência financeira em geral, permitem ao Empresário estar bem ferramentalizado para transitar no mercado com grandes chances de êxito em qualquer empreendimento.
As Micro e Pequena Empresas Comerciais e de Serviços no Brasil
Visando contribuir para o enriquecimento do acervo de informações estatísticas sobre a micro e pequenas empresas em operação no país, o IBGE investigou perfil deste segmento pertencente às atividades de comércio e de prestação de serviços, que constituem os setores econômicos com maior participação relativa dessa parcela empresarial.
Estima-se que existam no Brasil 2,5 milhões de empreendimentos que se enquadram como micro e pequenas empresas, o governo começa a enxergar esses novos negócios como fatores importantes para a solução do desemprego e da recessão. Mesmo criando leis para reduzir os encargos tributários e auxiliar os microempresários, ainda pouco se faz objetivamente nesse sentido, o SEBRAE é a única instituição que presta esse tipo de serviço, 98% dos estabelecimentos empresariais do Brasil são pequenos empreendimentos, os quais são também responsáveis por 60% dos empregos estabelecidos no país.
Pela lei 7.256, de 27 de novembro de 1984, é considerada uma microempresa o empreendimento no ramo da indústria, comércio ou serviços, cuja receita não ultrapasse 96.000 UFIR ( Unidade Fiscal de Referência ).
As pequenas empresas não seriam tão beneficiadas, mas pela primeira vez seriam diferenciadas pela lei das empresas de médio e grande porte.
No dia 5 de novembro, a MP cria um novo sistema tributário, pelo qual o microempresário pode optar por pagar impostos como antes ou por pagar um imposto único.
Pequenas empresas são chave para o crescimento no Estado
A participação das pequenas e médias empresa na economia fluminense promete ganhar mais importância com as iniciativas de fomento ao setor de Tecnologia da informação. Durante o RioInfo 2003, que reuniu políticos e empresários, ficou claro que um dos caminhos para o Estado conquistar mais espaço no cenário tecnológico, é incentivando a demanda interna, principalmente nas empresas de menor porte.
Para facilitar esse processo, foi montada uma feira reunindo cerca de 30 expositores, que apresentam soluções específicas para pequenas e médias empresas. A idéia era mostrar de forma prática como as organizações que tem orçamento limitado podem ser beneficiar das novidades tecnológicas. Além de apresentar soluções acessíveis, que possam trazer vantagem competitiva, o evento procurou mostrar que a implementação de softwares de gestão empresarial ou equipamentos mais modernos não é privilégio dos grandes.
Estamos concentrando esforços nesse setor pelo potencial que existe na área de “pequenas empresas”, destaca Mônica Trindade, diretora comercial da Investiplan. Os computadores comercializados pela empresa são estações de trabalho, conhecidas como clientes, ideais para serem utilizados em ambientes de rede e com uma configuração especial que as deixa bem mais baratas do que as máquinas convencionais.
Concorrência força mercado a procurar nichos
Responsáveis por mais de 80% do total de indústrias têxteis e de confecção do país, as micro e pequenas empresas sofrem com a concorrência internacional e o sistema tributário brasileiro, e se unem em arranjos produtivos para tentar sobreviver num mercado cada vez mais competitivo.Segundo dados da Associação Brasileira de Indústria Têxtil (Abit), das 30 mil indústrias do setor em operação no Brasil, 25.258 são micro ou pequenas, com participação de 17,4% no PIB da indústria da transformação e 4,15% no PIB brasileiro (dados referentes a 2004). No ano passado, a cadeia têxtil no Brasil faturou US$ 32,9 bilhões.
Dessas micro e pequenas, cerca de 85% estão inscritas no Simples, o que, por um lado, torna a tributação menos pesada, mas, por outro, acaba representando um empecilho para que essas companhias alcancem vôos mais altos, na avaliação de Fernando Pimentel, diretor-superintendente da Abit. “A elevada carga tributária cria um sistema perverso. Se essas empresas crescerem e ganharem peso, deixam de se enquadrar no Simples e passam a ter um encargo de tributos muito maior. Por isso, muitas visualizam o limite de crescimento e acabam se perpetuando nesse tamanho”, explica. “O que precisa ser discutido é como permitir que as micro e pequenas cresçam sem que sejam engolidas pelos impostos, que são inibidor claro de crescimento”.
A competição internacional também aumentou muito, em especial após o fim de acordo Multifibras (também chamado de Acordo Internacional sobre Comércio Têxtil), em dezembro de 2004. O acordo permitia a criação de cotas para a importação de produtos do setor de países que estivessem sendo prejudicados pelo rápido aumento das compras externas. Com o fim das cotas, aumentou a competição internacional, em especial de produtos vindos de países como Índia e China.
Nesse cenário adverso, dois movimentos importantes começam a marcar o setor, segundo Rose Mary Estácio, consultora e coordenadora do setor de têxteis e confecções do Sebrae-SP. “O mercado começa a se especializar e buscar nichos específicos de atuação por um lado, com técnicas apuradas, tecnologias de processo e design inovador, e , por outro, passa a formar arranjos produtivos”, diz. Dessa forma, micro e pequenas começam a se associar em um determinado elo da cadeia produtiva, unindo forças para ganhar em produtividade e escala. Além disso, segundo a consultora do Sebrae, esses agrupamentos começam a se unir às grandes empresas para acessar o mercado externo. “As pequenas não conseguem exportar sozinhas, mas podem chegar ao exterior com as grandes, que já acessam esses mercados.”
Prêmio BNB de jornalismo 2006. O papel do crédito no desenvolvimento de micro e pequenas empresas.
A tendência de crescimento do mercado bancário para os próximos anos já pode ser evidenciada com a ampliação do financiamento ao consumo e a expansão do crédito à produção. No ano de 2000, apenas 8% das micro e pequenas empresas fizeram algum empréstimo nos bancos oficiais e privados. Em 2004, foram 22%. Esses mercados são considerados ainda como “mercados semi-explorados” tendo em vista sua grande margem de crescimento.O Banco do Nordeste, referenciado pelo contexto do mercado bancário nacional e pela demanda por crédito do segmento das micro e pequenas empresas, insistiu uma estratégia negocial voltada para apoiar o desenvolvimento do segmento empresarial. Com recursos do FNE , proporciona tratamento preferencial e diferenciado às micro e pequenas empresas (MPEs), oferecendo menores juros e prazos maiores, possibilitando sua sustentabilidade e promovendo assim o seu desenvolvimento e o da Região. Priorizando a realização de negócios voltados para o investimento e capital de giro, o Banco triplicou em 2005 a quantidade de empresas atendidas em relação ao ano anterior.
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Grup: Regina Menegasso, Luzia Gumiero, Patrícia Souza, Bruna Aparecida de Souza, Vanessa Regina da Silva, Érica Santos – 9ª Turma de Gestão da Micro e Pequena Empresa
Comentários
Abraços
Regina Menegasso
Acredito que as informações contidas no blog em geral será de grande avalia a todos os navegantes.
Abraços