A difícil arte de decidir

Atualmente, com o aumento da velocidade das informações, crescimento da concorrência, pressão por resultados, os Gestores vêm se deparando, cada vez mais, com situações em que exigem dele tomadas de decisões de forma rápida, inteligente, criativa e eficaz.
Mas como tomar essas decisões de forma a sanar os problemas (ou pelo menos minimizá-los) e providenciar para que esses problemas não mais ocorram?
Primeiramente o Administrador ou Gestor ou Líder tem que ter consciência de que isso faz parte de seu cotidiano e, portanto, ele tem que tomar alguns cuidados para que todo ocorra satisfatoriamente.
Uma boa decisão deve ter algumas características como oferecer maior garantia de se transformar em resultados positivos, implicar em menor custo, acarretar o mínimo de conseqüências indesejáveis, mostrar-se coerentes com os objetivos da empresa, trazer resultados no menor tempo.
Para tanto o Gestor deve estar atento e focalizar o problema, buscando as causas reais não se iludindo com as aparências, reunir toda experiência possível a respeito do problema em questão (o que é uma boa hora de envolver a equipe no processo), submeter a idéia ao debate (tanto entre a cúpula quanto com a equipe) e o mais importante, não eternizar o problema buscando sempre mais uma alternativa.
Em contra partida, não tem como isso ocorrem se o Gestor não tiver acesso a informações completas e precisas sobre as condições e o problema, daí a importância de controles para análise de processos e de todos “falarem a mesma língua” dentro de uma organização ou equipe, todos devem estar alinhados, sintonizados e não desprezar as comunicações informais, às vezes a solução está logo ali, com quem lida diretamente com o problema ou a fonte dele, pois todo problema tem um início, e cabe ao Gestor identificar, analisar para determinar a sua causa e findar com a tomada de decisão e quando o problema se torna repetitivo e sem solução é conveniente utilizar-se de padrões e procedimentos para sua solução.
Portanto, a tomada de decisão decorre de julgamentos; é uma escolha destes, sendo, então, no máximo, uma escolha entre “o que foi considerado mais certo” e “o que seria provavelmente errado”. Os Gestores eficazes não tomam um grande número de decisões; eles se concentram nas decisões mais importantes e delegam as menos importantes. Eles fazem uso de controles para análise do andamento das decisões, se estão tendo resultados positivos ou negativos e com isso manter o processo ou alterá-lo em tempo hábil.
Bibliografia
PRADO, J.R. 1997. Iniciação à Administração. Cap. 5. Tomadas de decisões. Pp. 59-63. Ed. Global, São Paulo.
Por: Antônio C. Guardia – 9ª Turma de Gestão da Micro e Pequena Empresa
Comentários