Terça-feira, Abril 24, 2007

O MONGE E O EXECUTIVO

II SEMINÁRIO INTERNACIONAL SOBRE LIDERANÇA

Venha conferir a filosofia de sucesso de James C. Hunter, uma das maiores autoridades no assunto liderança, além de autor dos best-sellers "O Monge eo Executivo" e "Como se Tornar um Líder Servidor". Ao lado dele estará Robert Wong, um dos mais destacados hadhunters do mundo, autor do livro "O Sucesso Está no Equilíbrio".

Não podemos perder esta oportunidade, estará em Ribeirão Preto no dia 26/05/2007, Contatos 0800 772 0209.


Escrito por washington às 12h38

Convite - Mymus Bichos de Pelúcia




Nós da Mymus Bichos de Pelúcia, convidamos todos à visitarem a feira de empreendedores, que será realizada no Centro Universitário Barão de Mauá de 07 à 11 de Maio de 2007.
Nossa empresa estará oferecendo Bichos de Pelúcia diversificados e também bijouterias.
Participem!!!!!

9º Turma GMPE.

Sexta-feira, Abril 20, 2007

Convite Empório da Beleza


Convite Equipe Gestão 9

Boa dia pessoal!!!

Primeiramente gostaria de me apresentar, ou melhor dizendo nos apresentarmos. Somos o grupo Gestão9, alunos da 9ª Turma de Gestão da Micro e Pequena Empresa, curso lecionado no Centro Universitário Barão de Mauá (Sala 56) na cidade de Ribeirão Preto (Rua Ramos de Azevedo, 423, Jd Paulista), interior de São Paulo.

Sobre a Empresa Captadora de Recursos Gestão 9

A Captadora de Recursos Gestão 9, empresa informal constituída com o propósito de captar recursos para entidades filantrópicas, nasceu a partir de um trabalho que vem sendo realizado na disciplina Vivência Empresarial II do Curso de Gestão da Micro e Pequena Empresa do Centro Universitário Barão de Mauá.

Não encaramos este modelo de negócio como sendo um simples trabalho de conclusão de curso, sabemos que nosso objetivo vai muito além de saber os conceitos de como constituir, estruturar e manter um negócio.
Antes de tudo nosso principal objetivo é ajudar o próximo, realizarmos um trabalho solidário e para isso aplicaremos o conhecimento adquirido em sala de aula vivenciando o dia-dia de uma empresa formalmente constituída, gerando lucro e o mais importante o revertendo para as instituições mencionadas (ver site) (Visite também o Blog Oficial de nossa Empresa)

Estamos certos que atingiremos nosso objetivo e precisamos de você para tornar isso possível.

Temos como missão oferecer produtos e serviços diferenciados ao mercado com transparência e responsabilidade social, além de conscientizar as pessoas da necessidade e importância de um trabalho solidário.

O maior patrimônio da Captadora de Recursos Gestão 9 são o que acreditam em um mundo melhor para se viver e os que acreditam em nossa empresa como ferramenta para tornar isso possível.
Sabemos que não modificaremos o mundo com essas pequenas ações, mas sabemos da importância dessas pequenas ações para o mundo.

Gostaríamos de convida-lo a comparecer na 9ª Feira de Negócios, que será realizada do dia 07/05/07 à 11/05/07 no endereço a seguir onde colocaremos em prática os ensinamentos obtidos em sala de aula!

Local: Centro Universitário Barão de Mauá.
End: Ramos de Azevedo nº 423.
Bairro: Jardim Paulista.
Cidade: Ribeirão Preto S.P.

No local estaremos comercializando diversos produtos, dentre eles produtos do Projeto HC Criança!
Contamos com você para tornar real o sonho de muitas pessoas que realmente necessitam de ajuda!

Equipe Gestão 9

Voltando as atividades!

Bom dia pessoal!

Depois de um certo tempo sem dar suporte ao blog (um bom tempo) estamos retomando as atividades e agora com força total! Pedimos desculpas aos que visitaram nosso espaço nesse período de recesso!

Feira do Empreendedor!

Convidamos a todos a comparecerem para a Feira Anual do Empreendedor que serrá realizado pelos alunos do 3º período do curso de Gestão da Micro e Pequena Empresa, do Centro Universitário Barão de Mauá nos dias 07/05/2007 à 11/05/07.

Através da criação de empresas, os alunos vivenciam na prática os conceitos e técnicas de Gestão de Pequenas Empresas, comportamento empreendedor, e no final, os alunos escolhem entidades do 3º setor (entidades assistenciais) de Ribeirão Preto e região para que recebam os resultados (lucros) auferidos durante a realização da Feira.

Ps. Não deixe de visitar as empresas na área "Sites e Blogs da Turma" ao lado direito! 

Contamos com sua participação neste evento, e estamos a disposição para maiores esclarecimentos.

Atenciosamente,

Alunos da 9º Turma de Gestão da Micro e Pequena Empresa
Centro Universitário Barão de Mauá

Quarta-feira, Outubro 25, 2006

Convite! Compareça ao Nosso Desfile!

Olá pessoa!


Nesta quarta-feira estaremos realizando um maravilhoso evento que poderão acompanhar em frente ao Barão de Mauá na praça central!
Gostaria de convida-los para o mais belo desfile de cães da região. O desfila ocorrerá às 21:00.
Nossos modelos caninos estarão usando roupas e acessórios de nossa empresa! Vale a pena conferir!

No local estaremos com stands montados com os mais diversos produtos oferecidos pela empresa em sua maioria com valores 30% menores que o mercado!

Lembrando que a entrada é franca, você não paga nada!

Não deixem de conferir os mais belos e exóticos cães da cidade desfilando! Totalmente demais!

Para pedidos, dúvidas ou sugestões mande seu e-mail para contato.pst@gmail.com.
Viste nosso Blog: http://www.nossopetshop.blogspot.com

Chame seus amigos, parentes, conhecidos... Não fique fora dessa!

A Equipe Gestão 9 agradece.

Forte abraço e conto com a presença de todos!

Quarta-feira, Outubro 18, 2006

Script, criatividade, bom-humor e bom-senso!

‘O único propósito de um negócio e de uma venda é prestar um serviço!’
Leo Burnett, Publicitário.

Certa vez ouvi uma estória contada como piada. Depois de rir bastante levei muito a sério o que acabara de escutar.

Contaram que um vendedor de rua, desses que trabalham em semáforos, sem ar condicionado, no sol quente e no meio daquela poluição toda chegou ao lado do carro de uma senhora e disse:

- “Bom dia, senhora! Que tal levar uma colônia pras mãos?”
- “Não, obrigada. Já tenho.” Respondeu a senhora.
- “... e o que acha de levar um estojinho de maquiagem de emergência?
-“Não, obrigada. Já tenho.” Respondeu a senhora.
- “Então... o que acha de levar uma Bíblia pra agradecer a Deus, já que a senhora tem tudo?”
A mulher não agüentou e riu. Mas disse que já tinha Bíblia também. Tentando realizar a venda, pois o tempo se esvaia, o vendedor saiu com essa:

-“Senhora, como está seu estoque de velas e de incensos? Tenho uns muito bons aqui! E é sempre bom agradecer a Deus acendendo um incenso ou uma vela. Não acha?”

A Mulher olhou pro vendedor e disse:

-“Você quer mesmo me vender alguma coisa, né?” Disse em tom mais seco.
-“Não senhora, eu apenas queria prestar-lhe um serviço, lembrando a senhora de alguma coisa que tenha esquecido de comprar e que por acaso eu a tenha aqui na minha bolsa.”
- Ela riu novamente e disse: “Vou parar na outra esquina. Vamos ver se seus incensos são tão bons quanto a sua argumentação.”

Quanto tempo durou este diálogo? 35 segundos! Tempo médio que um sinal fica fechado na maioria dos cruzamentos de vias importantes das grandes cidades brasileiras. Brilhante? Insistente? Criativo? Como poderíamos definir esse vendedor? E o que ele tem a ver com o operador de telemarketing?

O telemarketing ativo ou passivo passa pela crise da falta de vocação e pelo engessamento até dos vocacionados. Vender é uma arte que podemos ensinar, mas ainda é um dom! Técnicas sim podem ser adicionadas ao conhecimento de um vendedor, mas a arte não. Isso nasce, cresce e fica muito melhor com o tempo. Ah, vendedores de rua! É lá que os RHs das empresas deveriam pescar seus novos contratados. Pessoas que apesar de toda exclusão e dificuldades estão na rua, vendendo, ganhando o sustento pra si e para a família. Muitos começaram assim: na rua e hoje são ricos e fazem parte da geração que venceu – o conhecido self made man. Alguém falou em Sílvio Santos por ai? Lembram quem era ele no começo da carreira? E quem ele é hoje? Ainda um vendedor. Vendeu tudo que botaram nas mãos dele. Se bobear, até o SBT ele vende.

Vamos dar uma comparada no trabalho dos dois. O vendedor de rua e o de telemarketing têm script? Sim. Senão como ele poderia realizar uma venda dessas em apenas 35 segundos? Possuem um tempo limite para tentar fechar o negócio? Sim. No caso do vendedor de rua são apenas 35 segundos. É um serviço? A ação é perecível? Sim, pois se não vender nada a cada parada de 35s ele não atingirá o seu objetivo e um sinal sem vendas será uma venda a menos no dia. Criatividade? Você ainda duvida! Criatividade só existe se tiver um problema e o problema estava diante dele: como descobrir e vender o produto que a cliente precisava e não sabia que precisava em apenas 35 segundos? Argumentação simples, velocidade perfeita! Ele tinha muitos produtos pra trabalhar? Não muitos, mas apenas os que encaixavam no seu script, no seu tempo e no perfil do consumidor. Claro, pois não daria pra vender num semáforo coisas grandes que trouxessem problemas para passar por uma janela ou porta lateral.

Mas e o vendedor de telemarketing? Tem essa mesma liberdade? Essa capacidade de se mostrar criativo e buscar aliar bom-humor ao bom senso?

Não! E afirmo isso com muita certeza. Os scripts de hoje são os maiores engessadores de vendas realizadas via telemarketing. Nos call centers e nos SACs você é atendido por um quase robô que repete frases e lê papéis que mandaram ele ler. Se fizermos uma pergunta mais forte ou mesmo se tentamos entender algo, logo vem a resposta: “não tem registro, não tem registro” . Mais parece o robô do seriado dos anos 60 ‘Perdidos no Espaço’... (É o novo!).

Não precisa dizer que isso irrita demais os operadores de telemarketing, pois queixam-se que cada venda é uma situação diferente e o script deveria ser apenas um caminho, nunca uma camisa de força que o obriga a falar apenas o que está escrito. Os clientes também não gostam e reclamam. Sou totalmente contra esse tipo de atendimento. Bom-humor (não é fazer gracinhas) nunca fez mal a ninguém. Nem o mais sisudo ser humano resiste a um sujeito bem-humorado. Bom senso é comportamento e pode ser trabalhado no vendedor. Repito: bom senso é algo que pode ser desenvolvido sim. Ouvir, entender e propor. Um mix menor permitiria que os vendedores acumulassem melhores informações. Outra ação importante que ajudaria e muito aos operadores de telemarketing (também não gosto dessa palavra. Nem de chamá-los de atendentes ou consultores) é fazê-los vivenciar situações reais de aplicação daqueles produtos. Contextualizar a inserção dele na vida das pessoas e como eles representariam uma prestação de serviços. Importante perceber que algumas dessas ações ajudariam inclusive a revelar talentos em vendas e a reduzir um turn over cruel que campeia o setor.

Lembro-me agora de um amigo que fez o caminho de volta. Saiu de São Paulo pra Fortaleza, Ceará, numa época em que todos iam à São Paulo em busca de uma nova vida. Chegou em Fortaleza e foi dirigir um táxi. Nada conhecia da cidade. Pedia ajuda aos clientes para achar alguns endereços e dava descontos por isso. Em pouco tempo formou uma clientela, ganhou sua grana e partiu para vender outras coisas. Passou por várias empresas, montou o próprio negócio e hoje comanda uma das maiores redes de lojas de informática do Ceará – a Cecomil. Qual era o segredo dele? Ser humano. Gostar de gente. É só conversar uns minutos e perceber que é de gente que ele gosta e gente feliz adora gastar dinheiro. Converse com os colaboradores dele e veja como gostam de gente! Os produtos que ele vende existem em várias outras lojas e os seus preços por vezes são mais elevados, mas as lojas sempre estão vendendo e bem!

Quando tive oportunidade de gerenciar um SAC tomei uma decisão: eu iria ouvir quem atendia e quem reclamava e apostar no sentimento deles. Primeira coisa que fiz foi abolir o script engessador e o limite de tempo para ouvir o cliente. Ele iria durar o tempo que fosse necessário para entender o que o cliente desejava. Depois criei a cultura de retornarem ao cliente e mantê-lo ciente de tudo o que estava sendo feito para resolver o problema. Alguns se assustavam, pensavam ser trote, pois nunca haviam recebido uma ligação de retorno por conta de uma insatisfação ou dúvida. Aprendemos a pedir desculpas por nossos erros e o cliente nos premiou com uma segunda chance. Ao final de tudo, ligávamos ainda mais uma vez para saber se ele estava satisfeito e, se, ainda tinha algo a recomendar. Os clientes nos ajudaram a melhorar os produtos com sugestões e nós os recompensamos por isso. Melhoramos o serviço e passamos a ter uma lista de consultores externos (clientes) para novos produtos. No relatório final os índices dos que voltariam a fazer negócio conosco e a indicar nossos produtos beiravam os 100%. Mas a diferença não estava no processo em si, mas no ser humano. Ser humano, isso mesmo. Fazer-se humano e sentir. A primeira máxima da seleção era: gostar de pessoas, gostar de ouvir e de falar. Ter prazer em resolver problemas e buscar um ‘muito obrigado’. O resto a gente ensinava. Buscamos pessoas com esses talentos e o SAC foi por seis vezes consecutivas o melhor da sua categoria na opinião dos próprios clientes. Já não estou mais lá, mas a cultura ficou e as pessoas continuam fazendo um bom trabalho, recebendo elogios (estímulo) e capacitando os novos que chegam.

É possível fazer isso no telemarketing? Sim, claro! Basta querer. Se não sabem como fazê-lo basta vestir uma bermuda e ir á rua e ver como trabalham os vendedores em feira, em semáforos etc.

Operadores de telemarketing? Não! Vendedores! Sim, vendedores! O que há de pejorativo nisso? Orgulhe-se de ser um vendedor! Você representa a profissão mais antiga da humanidade. A única que se não existisse a economia teria que ser inventada. Se não existe quem venda, não tem quem compre e vice-versa. E quem vende é vendedor, não interessa a sua formação. A maioria das pessoas hoje não trabalha na área para a qual foi formado. São formados numa coisa e fazem outra e na maioria delas são vendedores! Ganham bem e gerem a própria carreira. Vendedor, um ser humano capaz de fornecer uma solução na forma de um produto usando o bom-humor, a criatividade, o bom senso e um caminho leve para ajudá-lo nisso: o velho script que com o tempo acaba ganhando o seu estilo, o seu jeito de ser.

Liberdade aos vendedores que trabalham via telemarketing! Contrate aqueles que gostam de gente e não os muitos que aceitam ler scripts frios e mofados, sem emoção!

Como diz a frase do seriado Arquivo X – “The truth is out there!” Sim! A verdade está lá fora. Voltemos à Escola da Vida chamada ‘RUA’ e vamos reaprender. Está tudo lá. É ver, ouvir e melhorar!

A propósito caro leitor, já percebeu que a gasolina está cara e que você anda muito estressado com o trânsito? Quanto tempo perde para ir e voltar ao trabalho? Já pensou em ir trabalhar numa moto? Imagine o tempo que vai ganhar e a grana que vai economizar! Quem sabe andando numa moto, menos estressado, você não economiza a grana da gasolina e da manutenção do carro e vai à Fernando de Noronha tirar foto com os golfinhos? Eu estou vendendo uma pra comprar outra. Tá novinha. Vai? Mas se você já tem tudo... compra umas velinhas. Eu tenho umas ótimas de Sete Dias. Então me liga.

Por: Luis Sucupira é Publicitário e Consultor em Marketing.

Fonte: www.forumpcs.com.br

Até pessoal!
Lucas C. Benzi – 9ª Turma de Gestão da Micro e Pequena

Sexta-feira, Setembro 22, 2006

O que é Publicidade?

Por Vilma Schatzer

O título desta matéria parece meio fora de propósito, afinal, nem uma criança perguntaria “pai, o que é propaganda?”. Parece algo óbvio demais. Propaganda é aquela manobra cheia de “mumunhas” que faz com que pessoas comprem o que não precisam ter, mas que as empresas precisam vender. É o que vemos todo o tempo na TV, nas ruas, no transporte público. Há propaganda nos céus, terra e até mares, se você levar em conta que navios de turismo também são alvo dos publicitários.

A propaganda chama a atenção não só pelo resultado do seu trabalho, ou seja, anúncio e vendas, ou pelo mercado que movimenta bilhões de reais por ano no Brasil. Ela também desperta interesse pela sua própria atividade. É comentada nas ruas e nos veículos de comunicação tanto pelas boas campanhas que produz como pela intenção de induzir as massas ao prazer do consumo. Todo mundo se sente um pouco publicitário, pois estamos expostos ao trabalho desta categoria desde crianças. Por isso tantos jovens sintam-se aptos e chamados ao curso de Publicidade e Propaganda.

Vejam só como é a reputação daqueles que se dedicam a essa atividade. No livro Dicionário do pensamento social do século XX, de Tom Outhawaite, propaganda pode ser definida em linhas gerais como a “tentativa deliberada de uns poucos de influenciar as atitudes e o comportamento de muitos pela manipulação da comunicação simbólica”. Bonito, não? Depois dessa, comecei a achar que estamos na mesma categoria dos vendedores de indulgências da Idade Média, aqueles que garantiam aos nobres endinheirados um lugar muito bom no Paraíso.

Quem vem nos salvar é a definição de Bárbara Lewis e Dale Littler, no Dicionário enciclopédico de marketing, com algo menos sinistro: “apresentação pública, de natureza persuasiva, possível por meio de repetição, e sua natureza expressiva, no grau em que apresenta uma empresa e seus produtos ou serviços”. Afinal, que mal há em ser persuasivo? Você deve ter usado todo seu charme para conseguir seu primeiro namorado (a). E se não tinha muito charme, deve ter usado estratégia ou até mesmo vencido alguém pelo cansaço do repetido chavão: “fica comigo?”...


Até pessoal!

Lucas C. Benzi – 9ª Turma de Gestão da Micro e Pequena

Terça-feira, Setembro 19, 2006

O que é Vender?

Hoje trago a vocês um interessantíssimo artigo sobre vendas. Afial vender é uma arte? Vendedor é um ator? Vender o que? Como vender?

Acompanhem...

Por: Ricardo Pereira Carneiro

Desde que o mundo existe, existe o escambo.
Vejamos no Brasil, a partir do seu descobrimento, já havia o escambo, que nada mais é que a troca de mercadorias, a fim de atender as necessidades de quem às troca.
Com a chegada da era da industrialização, conseqüentemente, a chegada da moeda, passamos a denominar esse escambo (troca) como venda.
E hoje com a era da informática, das telecomunicações, da internet, o mercado da mercadologia, cresceu, expandiu e trouxe novas necessidades, ferramentas e especialização constante para ambos os lados, o qual explanaremos mais à frente.

Vender, nada mais é que oferecer alguma coisa, produtos, serviços, etc de alguém que a faz, a alguém que necessita, seja para necessidade própria, da família, da comunidade, etc.

Vender não é tão simples assim, precisamos conhecer alguns fatores, tanto do produto, ou do serviço que vamos oferecer, como do consumidor final.

Portanto vender é uma arte, sim, a cada novo produto ou serviço que será lançado no mercado há a necessidade de se elaborar pesquisas de mercado a fim de que possamos saber previamente se o bem ou serviço que será lançado é viável, operacionalmente, economicamente, geograficamente, etc, tanto para quem está lançando como para quem irá consumir.

O Vendedor, ou Consultor comercial, Consultor de vendas, como hoje é denominado, não é um artista, mas sim um Técnico, um especialista.

Antigamente, o vendedor, saia com sua pasta contendo algum folheto ou amostra do produto ou serviço a ser oferecido e ia de porta a porta oferecendo indistintamente.

Com a chegada da industrialização, das comunicações, das telecomunicações, da informática, da racionalização, etc, houve a necessidade e há a necessidade cada vez mais de o Vendedor ser um técnico ou especialista, se aprimorando quase que diariamente aos avanços da tecnologia e procurando cada vez mais conhecer melhor seu possível cliente e respectivamente o produto ou serviço que dispõe.

Hoje temos: venda porta a porta, o telemarketing, a venda postal, o comércio eletrônico, etc, e para melhor expandir ou divulgar esses produtos e/ou serviços, os negócios em geral, utilizamos a promoção, a propaganda, o marketing direto através de mecanismos especializados e da mídia em geral.

Vender o que?

Hoje no mercado nacional e ou internacional, existe uma variedade imensa e imensurável de produtos, serviços, seja primário, secundário e terciário, para atender as mais variadas necessidades seja: individual, coletiva, de pessoas, de empresas, para todos os segmentos como, alimentação, educação, vestuário, transporte, habitação, comunicação, comércio e indústria, administração de bens e serviços, agropecuária, saúde, informática, etc. Enfim, essas necessidades sempre continuarão a crescer, devido à necessidade humana de sobrevivência e de racionalização de tempo e mão de obra.

Como vender?

Para se vender algo, será sempre necessário investir, seja na pesquisa de mercado, para saber? O quê, porque, como e onde lançar o novo produto e/ou serviço.
Lançado o produto ou serviço, há também a necessidade de se investir também nos meios e formas de se vender ou introduzir o novo produto e/ou serviço no mercado, isto é, no ser humano, mas de forma, prática, objetiva e econômica, para não se perder nem tempo, nem dinheiro.

Existem várias maneiras de se investir, na introdução, ou expansão das vendas de bens e/ou serviços, dependem, única e exclusivamente, da necessidade e da disponibilidade da empresa ou do profissional liberal, e da urgência nestas ações.
Para tal, você Micro, Pequena, Média ou mesmo Grande Empresária, que esteja com dificuldades para introduzir novos produtos e/ou serviços no mercado, ou aumentar suas vendas, com custos reduzidos, quase zero e sem necessidade de desembolso imediato, nos temos a solução para qualquer tipo de negócio.

Fonte: http://www.wmulher.com.br

Até pessoal!
Lucas C. Benzi – 9ª Turma de Gestão da Micro e Pequena

Segunda-feira, Setembro 18, 2006

Como andam os negócios...

Estamos vivendo em uma época em que o comercio esta muito exigente e nos empresários temos que nos desdobrar para buscar oportunidades para entrar no mercado com sucesso.

Pensando desta maneira, atualmente um dos fatores que mais vem se destacando é o fato da mulher ter saído da barra da calça do marido e ela mesmo é quem decide as coisas que vai ou não comprar, e mulher, todo mundo sabe, gasta.


Então, ai está uma ótima oportunidade para se trabalhar, começando pelas formas de pagamentos, quanto mais credito der a elas mais elas gastam, pensando também que o lugar em que elas vão comprar deve ser bem de aparência e de fácil acesso, e principalmente com estacionamento para as clientes colocar seus com facilidade e segurança.


É claro que isso são fatores que não agradam somente mulheres, quando algo chama mais atenção do que o preço do produto a venda fica mais fácil, assim sendo trabalhar em cima disso pode ser a chave de um bom negócio independente do que esta sendo vendido, se pararmos pra observar veja como mudou a aparência e os recursos de oficinas mecânicas que hoje são auto centers, fabricas de moveis, auto postos, restaurantes e etc.., tudo ficou de fácil acesso.


Trabalhando no psicológico das pessoas, fazendo com que ela sinta prazer em comprar, buscando sempre impressionar e chamar a atenção com coisas bonitas e diferentes, conseguindo isso o cliente passa a freqüentar o local não só por necessidade e também como entreterimento.


Por: Gustavo, Caio, Adriano, Diego, Thiago
– 9ª Turma de Gestão da Micro e Pequena

Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas


Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas gera debates

Uma nova realidade nas relações do trabalho exige uma nova abordagem na forma de o país regulamentar o instituto das micro e pequenas empresas. Esta é a avaliação de José Luiz Ricca, diretor-superintendente do Sebrae-SP (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado de São Paulo) ao defender a aprovação do anteprojeto de Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas, proposta encabeçada pela entidade que visa simplificar a constituição de empresas de pequeno porte e a tributação que incide sobre elas.

"O que se verificou é que, com o final do século passado, início deste século, o mundo do trabalho mudou de eixo. Hoje você tem uma população economicamente ativa praticamente desempregada, e essa população cria uma necessidade de se autoproteger através da geração própria de renda. Com isto, você criou inúmeros candidatos a empreendedores, de vários níveis e de várias especialidades. Isso mostra, inclusive, toda uma necessidade de você olhar agora para a questão do empreendedorismo de uma forma um pouco mais ousada e não deixar a coisa vindo de uma maneira inercial como antes", afirma Ricca, em defesa da nova lei, apresentada ao Congresso Nacional em junho passado (ano de 2005).

A proposta de Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas pretende simplicar a burocracia que empreendedores são obrigados a encarar para constituir ou mesmo manter um pequeno empreendimento. Além disso, com a unificação da cobrança de impostos e sua conseqüente simplificação, espera-se que aquelas empresas que atuam informalmente sejam incentivadas a se formalizar e passar a contribuir com o pagamento de tributos.

"Hoje, 99% das empresas no país - e isso não é muito diferente no mundo todo - são de porte micro e pequeno. Por outro lado, existe uma outra adversidade: para cada empresa formalizada existem duas não formalizadas."

O dirigente explica que o projeto da Lei Geral é baseado em três grandes vertentes básicas: a desburocratização e simplificação do processos de constituição e gestão de pequenos empreendimentos; a unificação e simplificação tributária; e o estímulo oficial à inovação neste segmento.

Com a desburocratização e a simplificação, Ricca explica que haverá "um cadastro unificado onde à empresa, para se registrar em nível municipal, estadual e federal, basta um registro. Aí ela recolhe numa vez só, em um único lançamento, todos os seus tributos de acordo com sua especificidade: se é micro ou pequena. A divisão (dos recursos) entre os três níveis de governo será feita da maneira automática, que a lei prevê".

"A segunda questão é a tributária. Os tributos incidirão de uma maneira crescente, proporcional ao desenvolvimento e ao faturamento da empresa, sem haver aqueles sustos, degraus que existem hoje em que o pessoal pula de faixa, e aí fica resistindo a não sair de uma faixa para cair na outra. Será uma coisa suave, constante, que seja incentivadora das pessoas crescerem, pois crescendo elas vão pagar mais, do que uma coisa incentivadora a não crescer, porque, se crescer, sai do sistema. Além de aumentar o limite do que é micro e do que é pequena empresa de forma a ter uma abrangência um pouco maior", diz.

"O terceiro eixo da lei é o da inovação, no sentido de despertar no pequeno empreendedor sempre a sua força para poder se superar, não só nos níveis de gestão, como nos níveis de competitividade, de efetividade ou de inovação tecnológica. Destinaria-se dos fundos de inovação tecnológica e de gestão do país uma fatia específica à pequena empresa. Com isso a gente vai ter um acesso mais garantido para que a pequena empresa possa aplicar também recursos no seu próprio desenvolvimento e entrando definitivamente na cadeia produtiva", indica o dirigente do Sebrae-SP.

Apesar de buscar um objetivo nobre, que é estimular o pequeno empreendedor brasileiro a constituir empreendimentos formais e produtivos, o anteprojeto de Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas não é uma unanimidade. O grande problema é que, segundo avaliam gestores governamentais, principalmente nos estados, a lei promoveria uma redução da arrecadação de todas as unidades nacionais. Além disso, as desigualdades características entre cada unidade de nosso país poderia provocar profundos danos aos estados mais pobres caso a lei seja única em todo o país.

Para Marco Araújo, assessor do secretário da Fazenda do Estado da Bahia, o principal ponto de preocupação dos estados é a conceituação uniforme em todo território nacional da faixa de faturamento que será usada para definir quais empresas se enquandram na denominação de micro ou pequenas, ponto previsto no anteprojeto.

Segundo Araújo, por exemplo, a fixação de um limite de faturamento de R$ 3,6 milhões anuais para pequenas empresas, conforme previste no anteprojeto, incluiria praticamente a totalidade das companhias em alguns estados, o que causaria perdas substanciais à arrecadação tributária dessas unidades. "Na Bahia, por exemplo, hoje o limite de pequena é de um faturamento de R$ 2,4 milhões ao ano, o maior do Brasil hoje. Como nós já temos o maior limite, certamente seríamos o estado a perder menos. Mas há estados em que esse limite é de apenas R$ 50 mil. Passar esse limite para R$ 3,6 milhões quebraria estes estados", afirma Araújo.

O assessor da Fazenda baiana explica que o Confaz (Conselho Nacional de Política Fazendária) criou um grupo de técnicos para analisar o anteprojeto e detectar pontos que são de atenção, pois poderiam causar prejuízo à captação de recursos para os estados. "O relatório tem 15 pontos, uns mais acessórios e outros mais importantes, pois afetariam as finanças, principalmente dos estados menos desenvolvidos."

Apesar de lembrar que tal relatório ainda não foi discutido em um fórum pelos representantes dos estados, Araújo diz que as questões da perda de arredação e das diferenças entres os estados ricos e pobres da União devem centralizar as discussões durante a tramitação do anteprojeto no Congresso. Há também, segundo ele, questionamentos em relação à proporção da partilha do tributo unificado a ser dividida entre municípios, estados e União.

Marco Araújo lembra ainda que não é possível fazer uma estimativa do tamanho da perda de arrecadação que representaria a adoção da Lei Geral como está. O Confaz está montando um grupo de quantificação para analisar esse tema.

Os estados indicam compreender que a adoção da Lei Geral deve estimular realmente a formalização de parte da economia informal do país. No entanto, lembram que é importante levar em consideração a perda inicial que tal legislação representaria aos cofres públicos.

Em resposta aos temores dos estados com a perda de arrecadação, Ricca acena com o aumento do número de empresas formais, e conseqüente crescimento da arrecadação. "Tem de olhar esses dois pratos da balança: o que nós estamos fazendo em termos de abrir mão de tributos e o que estamos fazendo em chegar com mais gente contribuindo e mais gente formal. Agora, evidentemente que nós não estamos dizendo que isso é igual para todos os estados: não é. Em cada estado vamos ter de olhar isso para poder caminhar na direção e talvez fazer pequenos ajustes que respondam essa questão na direção de fazer, e não na direção de não fazer (a lei)."

Mesmo diante dos questionamentos, Ricca conclui defendendo o projeto: "Nós acreditamos que ela (a Lei Geral), além de tudo, é necessária para que a gente dê respostas a uma demanda nacional que é a necessidade de um lei compatível com a nossa realidade e com a verdade da maioria dos países que já têm legislação sobre esse assunto, como também uma resposta a uma agenda positiva que o Brasil precisa ter. Nós não podemos mais ficar nessa dependência de benesses para pequenas empresas, dependência de favores. Nós temos que ter uma legislação que coloque as empresas na economia, façam com que elas contribuam econômica e socialmente para o país. (...) ".

(...)

Fonte: http://www.universia.com.br



Aprovação na Câmara

Deputados aprovam Lei Geral na Câmara com 308 votos a favor


Lei Geral ganha aprovação definitiva na Câmara dos Deputados
Destaques, que ainda dependiam de aprovação do Plenário para que a lei seguisse para o Senado, foram retirados pelo PDT e pelo PSol


Brasília - A Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas (PLP 123/04) acaba de ser aprovada, definitivamente, no Plenário da Câmara dos Deputados, no início da noite desta terça-feira (5). O texto básico aprovado no início da tarde foi mantido, já que os dois destaques apresentados pelo PDT e pelo Psol e que ainda dependiam de aprovação do Plenário para que a lei seguisse para o Senado, foram retirados pelos respectivos partidos.

O presidente da Câmara, Aldo Rebelo, congratulou os parlamentares pelo espírito de união e de civismo que orientou a votação do projeto de Lei Complementar 123/04. O relator, deputado Luiz Carlos Hauly, agradeceu os parlamentares e disse que quem sai ganhando com a aprovação dessa Lei é o Brasil. “Esta lei vai proporcionar no médio e longo prazo a inclusão de 10 milhões de empresas que estão na informalidade e de 13 milhões de trabalhadores que atuam nessas empresas sem carteira assinada”.

No início da tarde, 308 deputados tinham aprovado a lei, mas adiaram a votação dos destaques para a sessão do Plenário programada para votar a Proposta de Emenda Constitucional (PEC 349/01) que trata sobre o voto secreto das deliberações do Congresso Nacional. Com a retirada dos destaques do projeto da Lei Geral, agora o texto segue para votação no Senado.

Comemoração

Ainda no fim da primeira votação, o presidente do Sebrae, Paulo Okamotto, comemorou a conquista e disse que "a Semana da Independência do Brasil começou com o pé direito. Os parlamentares deram um presente extraordinário às micro e pequenas empresas". O relator do projeto, deputado Luiz Carlos Hauly (PSDB/PR), disse que a aprovação do texto no Plenário da Câmara representa um momento histórico para o País e consolida uma luta que começou há 15 anos.

"É um dos maiores avanços no caminho de uma reforma tributária que assegure um ambiente favorável para este segmento", afirmou o relator. Hauly adiantou que não acredita em mudanças quando a Lei Geral chegar ao Senado. Ele afirmou que os deputados conversarão com os senadores para que o texto aprovado na Câmara também seja referendado naquela Casa legislativa.

Ganhos

O líder do PT na Câmara, Henrique Fontana, destacou que a aprovação da Lei Geral vai possibilitar uma redução para as pequenas empresas de até 50% da carga tributária atual. Ele disse, ainda, que o texto aprovado não fere direitos trabalhistas: "Eles serão reforçados porque milhões de trabalhadores serão incorporados ao trabalho formal."

Fontana ressaltou o trabalho de articulação feito pelo Sebrae, liderado pelo presidente da Instituição, Paulo Okamotto. "O Sebrae foi importantíssimo na negociação para aprovação do texto", assinalou.
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Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas. Com a pequena empresa forte se constrói um Brasil mais justo. O que muda para as empresas. - Cartilha da Lei Geral

Para Mais informações: http://www.leigeral.com.br


Por: Alexander Batista dos Santos, Amarildo N. Batista dos Santos, André Luiz Cardozo, Lucas Coelho Benzi, Evandro Ennes Fernandes, Ricardo Seixas, Washington Morelli – 9ª Turma de Gestão da Micro e Pequena

Para rir e pensar


Duas historinhas engraçadas sobre vendas e liderança

Um garotão inteligente, vindo do roça, se candidatou o um emprego numa grande loja de departamento da cidade. No verdade, era a maior loja de departamentos do mundo, na qual tudo poderia ser comprado.
O gerente perguntou ao rapaz;
—Você já trabalhou alguma vez na vida?
— Sim, eu fazia negócios na roça, ele respondeu.
Apesar da pouca experiência, o gerente gostou do jeitão simplório
do moço e disse;
— Pode começar amanhã e no final do tarde venho verificar como você
se saiu.
O dia foi longo e árduo paro o rapaz. As 17h30 o gerente se acercou do novo empregado para verificar sua produtividade e perguntou:
— Quantas vendas você fez hoje?
- Uma, respondeu.
- Só uma? Retrucou o gerente. A maioria dos meus vendedores faz de 30 a 40 vendas por dia. De quanto foi a venda que você fez?
- R$ 2,5 milhões.
- Como você conseguiu isso? Continuou o gerente espantado.
- Bem, o cliente entrou na loja e eu lhe vendi um anzol pequeno, depois um anzol médio e finalmente um anzol bem grande. Daí lhe vendi uma linha fina de pescar, uma de resistência media e outra bem grossa, para pescaria bem grossa. Depois lhe perguntei onde ele ia pescar e ele me disse que ia fazer pesca oceânica. Sugeri que talvez fosse pescar de um barco e o acompanhei ate a seção de náutica, onde lhe vendi uma lancha importada, de primeira linha. Desse a ele que talvez um carro pequeno não fosse capaz de puxar a lancha e levei-o a seção de carros, na qual ele comprou uma caminhonete com tração nas 4 rodas.
- O gerente levou um susto e perguntou:
- Você vendeu tudo isso a um cliente, que veio aqui para comprar um anzol?
- Não senhor, respondeu o moço. Ele entrou aqui de fato, para comprar um remédio para a gripe forte de sua esposa e eu disse a ele:
“ Já que o final de semana do senhor esta perdido, porque não vai pescar?”.
Moral da História: Para o bom vendedor o céu é o limite.

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Um corvo ficava sentado numa árvore o dia
inteiro sem fazer nada. Um pequeno coelho vê o corvo e pergunta:
— Eu posso sentar corno você e não fazer nada o dia inteiro?
O corvo responde:
— Claro, por que não?
O coelho, então, senta-se no chão embaixo da árvore e relaxa. De repente, urna raposa aparece e come o coelho.
Moral da história: Para ficar sentado sem fazer nada você deve estar sentado bem no alto.

Revista: Seu Sucesso
Artigo: Parábolas p.82

Grupo: Angélica Catherine Rodrigues Pedrosa, Giovana Barboda Carbinatto, Sarah Casagrande – 9ª Turma de Gestão da Micro e Pequena Empresa

ARTIGO MARKETING

“Síndrome do Eu Também”

Empreenda, arrisque, planeje, mas seja, antes de tudo, original

POR ALESSANDRO SAADE

Recentemente, em urna palestra sobre marketing para empresas de pequeno porte recorri aos quadrinhos,para explicar um conceito que batizei de Síndrome do Eu Também. Falei de um número do Asterix,. no qual o herói, animado com os bons resultados do comércio de carne de javali, praticamente arruinava o tradicional negócio ao vender o mesmo produto muito abaixo do preço praticado pelo mercado.Mas deixando os quadrinhos de ledo, a Síndrome do Eu também é aquele movimento de mercado que se repete vez ou outra: surge um negócio novo e, em velocidade supersônica, todo mundo resolve copiar. O mal contido nisso é que desestabiliza o ambiente e Quebra empresas que, em condições normais, teriam possibilidade de sobreviver por muito tempo. Um exemplo é o que aconteceu na década de 1880 e início de 1990 com as videolocadoras. Nessa época, toda garagem de recém-desempregado virava loja de aluguel de filmes, sem o menor estudo do mercado, por mínimo ou rudimentar que fosse. Não existia a
vocação e empreendiam por pura falta de opção. Neste exato momento, estamos presenciando de novo o mesmo movimento e a mesma falta de preparo, agora com os por pet shops. Entre os Fatores que identificam tal movimento, destaco o que, em marketing se chama de Timing. Esses empreendedores retardatários entram no mercado
depois do tempo correto, quando a demanda do segmento já caminha para uma estabilização. A escolha do negocio ocorre pela percepção do sucesso do vizinho, e não existe afinidade com o segmento nem habilidade para administrar.
A informalidade também não ajuda. Muitos desses novos empresários trabalham sem registrar funcionários e nem recolher impostos. Isso passa a ilusão de que o negócio é rentável e dá ao consumidor uma falsa impressão de que o resto do mercado também pode reduzir o preço. Outro fator que atrapalha muito é a falta de planejamento. Como não existe um estudo prévio, iniciam o negócio sem saber aonde podem chegas. Sem experiência ou estratégia, geralmente se instalam próximo da concorrência diluindo imediatamente a ofensa do serviço ou produto para a mesma base de consumidores. E, para piorar, reduzem o preço no lugar de oferecerem mais benefícios ou estreitarem o relacionamento com o cliente. Pet shop é um mercado em que o componente emoção tem um peso considerável na escolha da loja e na decisão de compra. Não conhecer nem se relacionar bem com o mercado local é uma boa maneira de fracassar. Empreenda, arrisque, minimize os riscos, planeje a longo prazo, mas, antes de tudo e principalmente, seja original. Pense nisso antes de ser o próximo a engrossar lista do Eu Também.

Revista: Seu Sucesso
Número 31, Setembro de 2005
Artigo: Marketing p. 46

Grupo: Angélica Catherine Rodrigues Pedrosa, Giovana Barboda Carbinatto, Sarah Casagrande – 9ª Turma de Gestão da Micro e Pequena Empresa

A difícil arte de decidir


Atualmente, com o aumento da velocidade das informações, crescimento da concorrência, pressão por resultados, os Gestores vêm se deparando, cada vez mais, com situações em que exigem dele tomadas de decisões de forma rápida, inteligente, criativa e eficaz.

Mas como tomar essas decisões de forma a sanar os problemas (ou pelo menos minimizá-los) e providenciar para que esses problemas não mais ocorram?

Primeiramente o Administrador ou Gestor ou Líder tem que ter consciência de que isso faz parte de seu cotidiano e, portanto, ele tem que tomar alguns cuidados para que todo ocorra satisfatoriamente.

Uma boa decisão deve ter algumas características como oferecer maior garantia de se transformar em resultados positivos, implicar em menor custo, acarretar o mínimo de conseqüências indesejáveis, mostrar-se coerentes com os objetivos da empresa, trazer resultados no menor tempo.

Para tanto o Gestor deve estar atento e focalizar o problema, buscando as causas reais não se iludindo com as aparências, reunir toda experiência possível a respeito do problema em questão (o que é uma boa hora de envolver a equipe no processo), submeter a idéia ao debate (tanto entre a cúpula quanto com a equipe) e o mais importante, não eternizar o problema buscando sempre mais uma alternativa.

Em contra partida, não tem como isso ocorrem se o Gestor não tiver acesso a informações completas e precisas sobre as condições e o problema, daí a importância de controles para análise de processos e de todos “falarem a mesma língua” dentro de uma organização ou equipe, todos devem estar alinhados, sintonizados e não desprezar as comunicações informais, às vezes a solução está logo ali, com quem lida diretamente com o problema ou a fonte dele, pois todo problema tem um início, e cabe ao Gestor identificar, analisar para determinar a sua causa e findar com a tomada de decisão e quando o problema se torna repetitivo e sem solução é conveniente utilizar-se de padrões e procedimentos para sua solução.

Portanto, a tomada de decisão decorre de julgamentos; é uma escolha destes, sendo, então, no máximo, uma escolha entre “o que foi considerado mais certo” e “o que seria provavelmente errado”. Os Gestores eficazes não tomam um grande número de decisões; eles se concentram nas decisões mais importantes e delegam as menos importantes. Eles fazem uso de controles para análise do andamento das decisões, se estão tendo resultados positivos ou negativos e com isso manter o processo ou alterá-lo em tempo hábil.

Bibliografia

PRADO, J.R. 1997. Iniciação à Administração. Cap. 5. Tomadas de decisões. Pp. 59-63. Ed. Global, São Paulo.

Por: Antônio C. Guardia – 9ª Turma de Gestão da Micro e Pequena Empresa